NOME : astrid eleanor evans
PROFISSÃO : curadora
ABORDAGEM : exploradora
CLASSE : mago
SUBCLASSE : cronurgista
ALINHAMENTO : caótico e bom
ESPÉCIE : híbrida vanir/jotunn
SEXUALIDADE: demissexual
ENEAGRAMA : 7w6
MBTI : enfp
TEMPERAMENTO : sanguíneo-melancólico
IDADE : 30 anos
DATA DE NASCIMENTO : 28 de maio
HOBBIES : colecionar lembrancinhas dos lugares que explora, pintar quadros, tocar piano
NÍVEL : 10
PV: 62
CA: 15
CD DAS MAGIAS: 17
ATAQUE MÁGICO: +9
GOSTOS : arqueologia, civilizações perdidas, café, chá, museus, animais alienígenas, gatos, livros antigos, noites estreladas, explorar planetas desconhecidos, aprender idiomas, jasmim, tangerina.
DESGOSTOS : injustiça, crueldade, arrogância, desperdício de conhecimento, lugares excessivamente quentes, pepino, burocracia, gente que anda e fala devagar.
PERSONAGENS DE INSPIRAÇÃO : décimo primeiro doutor (doctor who), evelyn wang (everything everywhere all at once), peter parker (marvel), beckett mariner (star trek).
ATRIBUTOS
Força: 8 (-1)
Destreza: 14 (+2)
Constituição: 14 (+2)
Inteligência: 20 (+5)
Sabedoria: 14 (+2)
Carisma: 18 (+4)
PERÍCIAS
Arcanismo +8
História +8
Investigação +4
Medicina +4
Persuasão +4
Intuição +4
Percepção +4
TRAÇOS DE PERSONALIDADE
(+) Ativa
(+) Carinhosa
(+) Adaptável
(+) Leal
(+) Astuta
(+) Inteligente
(-) Teimosa
(-) Irritadiça
(-) Impaciente
(-) Sarcástica
(-) Bagunceira
(-) Impulsiva
RELAÇÕESMARK E SOPHIE EVANS : pais biológicos. arqueólogos e historiadores britânicos. foram responsáveis por despertar sua paixão por história, culturas antigas e pelo desconhecido. astrid mantém uma relação extremamente próxima com ambos e sempre encontra uma desculpa para visitá-los entre viagens, trabalho e outras atividades.LUFFY : um pelúcio extremamente curioso e oportunista. tem o tamanho aproximado de um gato jovem e um talento impressionante para furtar qualquer objeto pequeno, brilhante ou interessante que encontre pelo caminho. astrid o adotou pouco depois de capturá-lo tentando roubar pertences de desconhecidos e, desde então, ele se tornou seu companheiro inseparável em algumas viagens pelo espaço-tempo. apesar da aparência adorável, exige atenção constante para que não desapareça com as chaves, joias ou qualquer bugiganga que desperte sua curiosidade.

Astrid Evans cresceu em Liverpool como uma criança comum. Filha de arqueólogos que estudavam civilizações perdidas, passou muita parte da infância acompanhando os pais em museus, sítios históricos e escavações. Enquanto outras crianças se divertiam nas praias ou parques nas férias, Astrid ficava entre ruínas e documentos sobre povos que desapareceram na história. Desde cedo, ela desenvolveu uma curiosidade quase insaciável pelo desconhecido.Quando fez oito anos, acompanhou os pais a uma escavação nas Terras Altas da Escócia. O local foi identificado como um assentamento pré-histórico, mas escavações recentes revelaram estruturas impossíveis de datar com clareza. Durante uma tempestade, Astrid se afastou da equipe e acabou caindo por uma fenda entre as rochas. A queda a levou a uma câmara subterrânea preservada por milhares de anos. No centro daquela estrutura, havia um objeto desconhecido: uma esfera composta de materiais que não pertenciam a nenhum elemento catalogado na Terra.O artefato era o último vestígio de Zorathis, um planeta que havia sido destruído em uma guerra intergalática. Diferente de uma simples máquina ou arma, o objeto funcionava como um arquivo vivo. Ele armazenava conhecimento científico, registros culturais, memórias coletivas e os padrões biológicos de uma civilização inteira; os zorathianos. Criado para sobreviver ao colapso de seu planeta, o Relicário Infinito possuía mecanismos de autopreservação que buscavam uma mente compatível quando todas as outras opções falharam.Ao entrar em contato com Astrid, o sistema interpretou sua presença como uma oportunidade de continuidade. O processo de integração começou imediatamente. O artefato não foi ativado nem utilizado; ele se fundiu ao corpo da criança em um nível celular e neurológico. Quando as equipes de resgate finalmente a encontraram, não havia mais qualquer sinal físico do Relicário. Ele deixou de existir como objeto.Nas décadas seguintes, Astrid descobriu que sua mente se tornou o novo recipiente daquele legado. Fragmentos de conhecimento surgiam em pensamentos. Idiomas desconhecidos apareciam em seus sonhos. Conceitos científicos impossíveis surgiam em sua mente. Com o tempo, vieram as manifestações mais extraordinárias. O espaço tornou-se maleável à sua percepção. Distâncias deixaram de ser barreiras absolutas. O fluxo temporal passou a responder, mesmo que parcialmente, à sua vontade.Astrid nunca recebeu um manual de instruções. O Relicário continha informações demais, armazenadas ao longo de milhares de gerações. Ela passa a vida explorando suas próprias capacidades, assim como um arqueólogo explora uma ruína antiga.Suas viagens raramente seguem uma missão grandiosa ou um dever imposto. Astrid não se vê como uma guardiã cósmica nem uma autoridade sobre o destino do universo. Ela viaja porque quer compreender. Quer descobrir o que existe além do próximo horizonte, conhecer espécies desconhecidas, visitar cidades futuristas, observar civilizações em crescimento e encontrar respostas para perguntas. Muitas vezes, acaba ajudando pessoas ao longo do caminho, intervindo em crises ou corrigindo problemas que encontra.Essa curiosidade, porém, costuma colocá-la em situações perigosas. Astrid tem o hábito de testar limites que deveriam permanecer intactos. Seu impulso de explorar muitas vezes supera sua cautela. Ela entende que manipular o tempo pode trazer consequências imprevisíveis e evita mudar eventos históricos sem necessidade, mas também sabe que, diante da escolha entre apenas observar ou agir para salvar vidas, dificilmente ficará parada.Hoje, Astrid vive entre duas existências. Em uma delas, é apenas uma curadora que mora em Liverpool com um apartamento desorganizado. Na outra, é o último recipiente de uma civilização perdida. Entre essas duas realidades, ela continua seguindo em frente, sempre em busca da próxima aventura.

HABILIDADES– Longevidade.
– Memória excepcional.
– Conhecimento enciclopédico fragmentado.
HABILIDADES DE CRONURGIA
Mudança Cronal : Pode alterar momentaneamente uma possibilidade, forçando uma criatura a repetir um ataque, teste ou salvaguarda.
Consciência Temporal : Adiciona seu modificador de Inteligência à iniciativa.
Estase Momentânea : Aprisiona temporariamente uma criatura em um instante congelado do tempo.
Suspensão Arcana : Armazena uma magia para ser utilizada posteriormente.
RELICÁRIO INFINITO : O último vestígio de Zorathis, fundido permanentemente ao corpo e à mente de Astrid. O artefato contém registros de milhares de gerações zorathianas, incluindo conhecimento científico, histórico, cultural e biológico. Embora tenha acesso a apenas uma fração de seu conteúdo, Astrid continua descobrindo novas capacidades à medida que explora os limites do próprio Relicário.HABILIDADES PRINCIPAIS :
° Teletransporte interdimensional.
° Viagens no tempo.
° Tradução quase instantânea de idiomas desconhecidos.
° Acesso parcial ao conhecimento armazenado do Relicário.
° Resistência a influências mentais.
° Percepção ampliada de fenômenos espaciais e temporais.

THE RELIC WITHIN

I. escritor maior de idade ( +21 ) que atende pela alcunha de capjones ou cap.
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II. contas lewd / nsfw irão receber um soft-block.
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III. a dm estará sempre aberta para novas interações, e não se acanhe em chamar o personagem na timeline também!
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IV. interpretativo e semi-seletivo.
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V. não leve nada do que o personagem falar como ofensa para a sua pessoa em off.

Era tarde da noite quando Astrid finalmente voltou ao apartamento. Uma fina camada de poeira rosada cobria seus cabelos, a gola e mangas da jaqueta, cintilando discretamente sob a iluminação amarelada do corredor do prédio. Não era glitter. Era o pólen de uma flor gigantesca que crescia em um planeta cujo nome ela sequer conseguira memorizar antes de ser arrancada de lá por mais uma falha em seus poderes. Nos últimos dias, aquilo deixara de ser novidade. O espaço-tempo parecia ter adquirido vontade própria e insistia em jogá-la onde bem entendesse, sempre no pior momento possível.Enfiou a chave na fechadura, empurrou a porta com o ombro, entrou distraída e fechou-a atrás de si com um leve toque do calcanhar. O apartamento estava mergulhado na escuridão de sempre.Ela estendeu a mão para o interruptor e o clique seco dissipou as sombras, fazendo as luzes revelarem alguém sentado em sua poltrona.Astrid parou tão abruptamente que quase perdeu o equilíbrio.Um homem.Um completo desconhecido.Vestia roupas simples. Os cabelos grisalhos caíam em cachos curtos ao redor do rosto, e as mãos repousavam sobre os braços da poltrona com uma tranquilidade incompatível com a situação.Durante alguns segundos, Astrid limitou-se a piscar, ainda sem reação. Seu olhar percorreu a sala, voltou ao homem, passou pela porta ainda fechada e tornou a ele outra vez."Ahn... boa noite?" A voz saiu hesitante. Ela abriu novamente a porta do apartamento, inclinou-se para o corredor e conferiu o número preso à parede."Eu... entrei no apartamento errado?" Nunca se sabe se ela parou no período do tempo errado. Como resposta, ouviu apenas um miado.Leo, o gato laranja, surgiu do corredor e caminhou até ela com a cauda erguida, roçou preguiçosamente em sua perna e voltou a miar, pedindo atenção.Astrid abaixou os olhos para o gato.Depois tornou a encarar o visitante."Certo... então a casa é minha mesmo."Fechou a porta devagar, desta vez sem desviar o olhar do homem."O que exatamente o senhor está fazendo sentado na minha poltrona?"Um sorriso discreto surgiu no rosto do desconhecido. Era um sorriso educado demais para parecer confiável."Então é você."Levantou-se sem pressa. Seus olhos, de um laranja avermelhado incomum, pousaram sobre Astrid apenas por um momento. Em seguida começaram a percorrer o apartamento lentamente. Passaram pela estante que ocupava quase toda a parede da sala, abarrotada de livros sobre arqueologia, história, astronomia e línguas antigas. Demoraram-se nos cadernos espalhados sobre a mesa, nas xícaras esquecidas entre pilhas de papéis, nos mapas presos por alfinetes à parede e, por fim, nos porta-retratos distribuídos entre os móveis. Havia fotografias de seus pais sorrindo em escavações arqueológicas, de antigos animais de estimação, de amigos e de lugares que ele não conhecia, afinal, nunca teve interesse na Terra."Consigo senti-lo." A voz era calma. "Está no seu sangue... nas suas células... em praticamente todos os sistemas do seu corpo."Ela franziu a testa.O homem começou a caminhar lentamente pela sala, sem demonstrar qualquer intenção de intimidá-la."A portadora do Relicário de Zorathis. Foi surpreendentemente difícil encontrá-la. Você passa tempo demais atravessando mundos, épocas e dimensões enquanto tenta estabilizar um poder que sequer compreende. Cada salto altera sua posição no espaço-tempo antes que qualquer método convencional consiga rastreá-la."Só então ele voltou a fitá-la diretamente."Meu nome é Kaelen. Sou um caelith, do planeta Eidon."O silêncio instalou-se entre os dois. Astrid continuou observando aquele estranho por alguns instantes, como se procurasse algum indício de que tudo não passava de uma pegadinha bem elaborada ou uma alucinação.Por fim, cruzou os braços."Tá... Isso explica como você me encontrou. Não explica como entrou no meu apartamento sem minha permissão."Kaelen sustentou seu olhar."Por favor, a fechadura foi a parte mais fácil." Ele deu de ombros. "E a performance é sempre tentadora."Ela soltou uma curta bufada de descrença."Suas viagens têm provocado perturbações."A mulher arqueou uma sobrancelha."Perturbações?""Alarmes." Kaelen aproximou-se da janela, observando por um instante as luzes da cidade antes de voltar a falar. "Meu povo estuda o tecido do espaço-tempo muito antes de sua espécie descobrir a escrita. Monitoramos distorções, rupturas e anomalias que possam comprometer a estabilidade entre realidades. Há três semanas, nossos observatórios começaram a registrar uma sequência incomum de eventos espalhados por diferentes épocas e diferentes universos. Todos tinham algo em comum." Voltou-se para ela. "Você."Astrid permaneceu alguns segundos sem responder. A parte mais incômoda não era ouvir um estranho dizer que vinha monitorando suas viagens; era perceber que ele parecia absolutamente convicto do que dizia."Tá... supondo que eu acredite em você."Kaelen ergueu uma das mãos. Entre seus dedos surgiram fios de luz azulada, finos como seda, que começaram a se entrelaçar lentamente. Eles giraram até formar uma esfera luminosa suspensa entre os dois. Aos poucos, a estrutura cresceu e se abriu como uma teia tridimensional, ocupando boa parte da sala. O brilho refletiu nos livros da estante, nos porta-retratos e nas janelas, transformando o apartamento em um observatório.No centro daquela trama, dezenas de pequenos pontos vermelhos começaram a pulsar."Estes são os locais onde você rompeu o tecido do espaço-tempo nas últimas três semanas." Cada lugar aparecia marcado por uma rachadura avermelhada que pulsava lentamente."Hoje você sofre apenas deslocamentos aleatórios. Amanhã poderá existir em dois lugares ao mesmo tempo. Depois disso, diferentes versões de um mesmo instante começarão a ocupar o mesmo espaço. Seu corpo não saberá qual delas deve continuar existindo."Ela passou a mão pelos cabelos, desviando os olhos da projeção."...Isso parece bem ruim.""É pior do que parece."Kaelen fechou lentamente a mão. A teia luminosa começou a desaparecer."O Relicário foi criado para um organismo zorathiano plenamente desenvolvido. Um sistema nervoso capaz de perceber múltiplas linhas temporais, um metabolismo adaptado à energia que ele produz e um corpo preparado para suportar séculos de aprendizado." Ele fez uma pausa. "Você é humana."O silêncio voltou a ocupar a sala."Seu cérebro improvisa aquilo que um zorathiano aprende desde a infância. Seu corpo tenta sobreviver a algo para o qual jamais foi concebido. O fato de ainda estar viva é... extraordinário."Astrid soltou um riso curto, mais nervoso do que divertido."Meu Deus."Kaelen não sorriu. Ela abaixou os olhos por um instante. Vieram-lhe à memória os últimos dias: o Tiranossauro, os teletransportes involuntários, mundos desconhecidos, pessoas que jamais deveria ter encontrado e lugares dos quais mal conseguia se lembrar.Respirou fundo."...Tá. Admito que isso explica bastante coisa."O caelith deu apenas um passo em sua direção."Posso ensinar aquilo que meu povo levou milhares de anos para compreender. Você está tentando aprender sozinha de maneira errada."Ela permaneceu em silêncio por alguns segundos antes de erguer um dedo."Primeira regra. Você nunca mais invade o apartamento de alguém desse jeito.Ele piscou uma única vez."Isso significa que aceita minha ajuda?"Astrid fez uma careta."Significa que ainda estou decidindo se te expulso... ou se faço um chá para nós."Pela primeira vez desde que chegara, Kaelen sorriu."Chá parece um bom começo."